Energy Whores apresenta o instinto punk e a essência DIY no álbum "Arsenal of Democracy", com lirismo crítico e construtivo


Vindo dos Estados Unidos, esse é um projeto que aparece por aqui com um trabalho revelado nas plataformas de streaming recentemente e que iremos falar mais sobre abaixo.

Lançado na metade de Janeiro, "Arsenal of Democracy" é um álbum que entrega para os ouvintes 10 faixas, cerca de 37min de duração e uma sonoridade que trafega por vertentes como o art/eletro/synth pop, de uma maneira envolvente e hipnotizante ao longo de toda sua extensão. 

Fazendo uma mescla entre obras explosivas, com batidas/ritmos dançantes e elementos melódicos, seu lirismo busca capturar a atmosfera de um mundo pressionado pela desinformação, obcecado pelo consumo, autoritarismo e excesso tecnológico, tratando esses tópicos como experiências vividas e que podem ter moldado o cotidiano de diversos tipos de públicos, impactando na consciência individual de cada um

Incluindo faixas como 'Hey Hey Hate' e 'Pretty Sparkly Things', cujo lirismo fala sobre o uso estratégico do medo e do consumismo como instrumentos de manipulação, enquanto obras como 'Mach9ne' e 'Bunker Man' exploram a supremacia tecnológica e o isolamento das elites e 'Two Minutes to Midnight' abordam a fragilidade da sobrevivência humana sem sensacionalismo, o álbum resulta num trabalho repleto de paisagens sonoras e texturas avant-electro, além de um instinto punk e a essência DIY.

O álbum também está disponível em LP via Diggers Factory. Ouça aqui:

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