Se alguém ainda esperava um comeback tradicional de Britney Spears, talvez seja hora de recalcular as expectativas. Em 2026, a cantora decidiu jogar em outro tabuleiro: o financeiro. Ao negociar seu catálogo por cifras milionárias, ela envia um recado claro para a indústria que por anos controlou sua vida. Agora, as regras são outras.
Vamos entender o que rolou com o império da Princesinha do Pop agora em 2026?
Se você achou que Britney ficaria parada após se livrar da tutela, achou errado. A cantora acaba de dar o xeque-mate financeiro da própria vida. Ela fechou um contrato de peso com a Primary Wave, vendendo os direitos do seu catálogo musical por uma bagatela estimada em 200 milhões de dólares. Estamos falando de cerca de 1 bilhão de reais. Basicamente, Britney disse: “It’s Britney, bitch”.
Mas o que ela vendeu de fato?
Britney Spears vendeu integralmente os direitos sobre sua obra, abrangendo desde a composição das músicas até as gravações originais, os chamados masters, além de álbuns já finalizados e ainda não lançados. O acordo inclui todas as fontes de renda, como vendas físicas, digitais e streaming, além do licenciamento para filmes e comerciais. Com isso, ela abre mão do controle administrativo e das receitas futuras geradas pelo seu catálogo histórico.
Resumidamente, a transação transfere a propriedade total de seu legado musical para investidores, encerrando um capítulo de uma das sagas mais complexas da história do entretenimento. Para entender o peso desse “sim” dado pela cantora no último dia 30 de dezembro, é preciso olhar para o que veio antes.
O Trauma da Tutela: 13 Anos Sem Chaves
Após 13 anos, Britney colocou um ponto final na tutela que lhe trouxe inúmeros traumas. A Princesa do Pop viveu sob um regime que controlava desde sua dieta até suas finanças multimilionárias. Enquanto dominava as paradas com hits como 'Womanizer' e lotava residências em Las Vegas, Britney não tinha acesso direto ao próprio dinheiro.
A liberdade conquistada em novembro de 2021, impulsionada pelo movimento global Free Britney, devolveu a ela o direito de decidir. Desde então, a artista tem usado sua voz não para cantar, mas para contar sua verdade, como fez no best-seller "The Woman in Me".
Ao vender os direitos de publicação de sucessos como 'Baby One More Time' e 'Toxic', Britney toma uma decisão que muitos analistas classificam como uma saída estratégica.
Diferente de Justin Bieber e Katy Perry, que venderam seus catálogos para capitalizar enquanto continuam na ativa, Britney parece estar comprando sua aposentadoria definitiva de uma indústria que ela mesma descreveu como abusiva.
Segundo fontes próximas à cantora, ela está radiante com o fechamento do negócio. Sem a pressão de gerar lucros para uma gravadora ou manter um catálogo ativo, Britney Spears consolida sua posição como uma mulher de negócios independente.
O mercado fonográfico agora pertence aos investidores, mas a vida de Britney, pela primeira vez em 44 anos, pertence somente a ela. Se o mundo quiser ouvir a voz da Princesa do Pop novamente, terá que ser nos termos dela.
Tudo indica que nossa princesinha não deve voltar aos palcos tão cedo.
Contrato vazou e confirma que Britney Spears vendeu absolutamente TUDO e não recebe mais:
— miss honeyzinha ☆ (@misshoneyzinha) February 11, 2026
• royalties de composição
• royalties de streaming
• royalties de vendas físicas e digitais
• receitas futuras ligadas às gravações
• royalties de sincronização (filmes, séries,… pic.twitter.com/g7471v8cMR





