MUSO SOUP ÁLBUNS #27: Etherbaby, Satchit, Bice, Lewca, Eighthrs, Samsara, Darkhues, The Sunset e mais artistas com álbuns/EPs de vertentes do R&b/Soul, Rock/Metal e Pop lançados recentemente



01 - MARTIN REYNOLDS
Lançado no último dia 25, "Where There's Hope" é o resultado de composição durante o lockdown e transformada no álbum de estreia do cantor e compositor que apresenta melodias pop envolventes e relaxantes, unidas a letras honestas por parte do artista.

Trazendo temas que nos fazem pensar mais e mais vezes sobre nesses tempos de quarentena, o artista traz letras sobre perda, aceitação, criação de mitos e otimismo para seu estúdio, combinando todos esses temas com ritmos instrumentais do power pop sessentista (como na harmonia de 'God Bless This Broken Road'), o rock acústico com estilo vocal country em 'No One's Ever Truly Gone', a típica country 'Little Robert' (cantada praticamente como uma poesia em slides executados num violão clássico do gênero, unido a palmas usadas como bateria e belíssimo sintônia com o backing vocal), fechando com 'The Sky Ain't The Limit', onde o artista traz de volta os harmonicos backings em uma música que tem a graciosidade da gaita sendo executada por praticamente toda sua extensão.

Em release oficial, ele comenta que o álbum foi descrito pela revista Counteract como "uma tônica" para tempos incertos. Certamente este trabalho será uma válvula de escape para relaxamento mental, diante de tudo que vivemos atualmente.




02 - DISTANT HARMONIES
Em Abril, a banda Germano-espanhola de metal-rock-experimental lançou "Dancing with the Waves", álbum que traz para o público ouvinte 7 músicas (6 delas autorais) onde trafegam por diversas vertentes do rock, como o heavy metal melódico presente na faixa-título, o cinemático/experimental/instrumental de 'Angel in Green', a faixa bilíngue 'Lluny d'aquí' e uma versão metaleira de 'Wish You Were Here'.

Ano passado eles publicaram uma primeira demo a que se seguiu o álbum em abril de 2021, "Dancing with the Waves", composto por uma colorida mistura de criações próprias explorando diferentes géneros, alguns instrumentais, outros vocais, mais uma capa , produzido por eles mesmos e publicado na maioria das plataformas de streaming. Sendo até mesmo multi-gênero, eles vão do metal ao rock, com várias partes sinfônicas e progressivas, sem medo de experimentar.

No release oficial, eles comentam: "Nós dois crescemos com muito metal, musicalmente falando, o death melódico e o black metal dos anos 90 são provavelmente nossa principal influência.
Mas somos muito abertos e ouvimos muitos estilos musicais diferentes: clássico, jazz, rock, metal ... Por isso é difícil dar um definição única para a nossa música, você pode identificar referências a vários gêneros diferentes, mas o rock e o metal são a cola que dá a todos as canções um denominador comum".

Como podemos notar, é um álbum bastante heterogêneo. Diversas influências diferentes, musicais ou não, sendo difícil definir somente uma categoria, em músicas onde os artistas tentam falar sobre o medo, a perda, a mudança, como seguir em frente... Profundos sentimentos humanos básicos.




03 - THE SUNSET
Diretamente da Itália, "Still Life" é um EP lançado dia 25 de Junho e que trafega por estilos como o rock alternativo e indie, unido a vocais antêmicos, altos que chamam atenção do ouvinte em faixas enérgicas e com baterias peadas como 'Incomplete', responsável por abrir este trabalho de cinco músicas. Além dos estilos citados acima, temos um 'que' de reggae em 'Change', principalmente por conta da linha de guitarra executada em toda sua extensão. 

Como resultado da tentativa em sintetizar o que o renascimento significa para cada um da banda, que estava longe dos estúdios há cerca de quatro anos, eles trazem não somente um leque de vertentes musicais, como também de vivências e emoções de coisas como a incompletude, perda, afirmação de nós mesmos e redenção pessoal. Cada música vem de experiências pessoais vividas nesses anos, como histórias de amor que deram errado, crítica de ser artista e um sentimento de impaciência decorrente da insuportável homologação típica de nossa sociedade contemporânea.

Em release oficial, eles comentam a razão des título para o EP: "Pela ambigüidade intrínseca de seu significado: cristalizar o momento abre a possibilidade de escolher o seu ponto de vista sobre o momento que você está vivendo: é “natureza morta” ou existe “natureza morta”? Essa encruzilhada sempre dividirá ouvintes, otimistas e pessimistas, entre as duas interpretações".

Como mensagem de seu trabalho, eles refletem: "Se a música não se transforma na trilha sonora da vida das pessoas, por que deveríamos gravar músicas?"



04 - ETHERBABY
Em "Don't Be Yourself, Be Happy", EP lançado (pela artista moradora da Suíca) no último dia 18, ela apresenta uma coleção de músicas compostas entre 2016/18, em um projeto com belíssima entrega vocal, responsável por trazer emoção e expandir seu som para os ouvidos do públicos, trazendo para sua produção sintetizadores que dão uma riqueza ainda maior para a camada instrumental de seu trabalho.

Tempo após iniciar sua carreira música, hoje ela não só se define, como podemos ver claramente uma variedade de estilos e influências, passando pelo  jazz, synthpop, alt-R&B, bedroom, psicodelia, música eletrônica. entre outros. Neste EP, a artista fala e apresenta a exploração adolescente vulnerável do desejo de liberdade - de relacionamentos dolorosos, solidão e (como fica claro no título) da bagagem do eu. Além disso, também mostra a capacidade de invenção da artista, que até ano passado estava lançando trabalhos mais voltados para o acústico/jazz. 



05 - NIK DANDELION
Já este trabalho lançado pelo artista alemão no início de Julho, flerta entre diversas vertentes como o pop/dream/alt/indie pop, com instrumentais doces e suaves como podemos ouvir em 'It's All Inside,' faixa presente na metade do EP "Lately", que traz para o público ouvinte 6 músicas que passam principalmente pelo dream pop e lo-fi, em um estilo de produção bedroom e com vídeos filmados por amigos, tendo também a alma do DIY. 

Em release oficial, eles comentam: "O mundo de Nik Dandelion é um caleidoscópio de décadas, destinos e sonhos pós-modernos. Baseando-se principalmente em sons e estéticas retrô, ele quebra a nostalgia em fragmentos digitais para criar seu som DIY exclusivo... O seu universo audiovisual não é um santuário para a nostalgia, mas sim uma resposta irreverente e irresistível aos tempos difíceis. Cada música é brilhante, inconstante e contagiante como uma semente de dente-de-leão".

Conheça, ouça e aprecia detalhadamente esse EP abaixo, certamente não irão se arrepender e será um tempo ganho, não perdido.




06 - SATCHIT
É um cantor/produtor que vive atualmente no sul de Londres e apresenta uma influência cultural diversa, indo da música clássica do sul da Ásia aos sons sensuais e etéreos de Frank Ocean.

Um dos resultados disso é seu EP mais recentes, lançado no último dia 8 e intitulado "The Garden". Impulsionado por conta do lockdown, a montanha-russa de emoções vividas pelo mundo e por cada uma das pessoas que estão enfrentando essas situações.

Liricamente, o artista imagina diversos tipos de cenários e os transforma em poesia, seja eles alguém navegando em novos platôs de relacionamento, imaginando e criando fugas dentro da própria mente ou encontrando maneiras de viver com e sem as pessoas ao seu redor. Além disso, o trabalho também foi feito de modo DIY, com composição, produção e gravou por conta do artista, que transformou cada uma das suas ideias em letras, música e videoclipe.

Em release oficial, ele que conta que a mistura de ideias e sons é única e cria faixas que têm seu próprio sabor. As melodias também refletem essas influências variadas.




07 - PAUL BIBBINS
Lançado dia 18, o álbum "The Last Perfect Performance" é provavelmente o trabalho mais extenso que já apresentamos por aqui. Nele, o artista mostra ao público fucking 27 músicas que trazem todo seu estilo de composição lírica e instrumental, com guitarras pesadas, em rock selvagem, cru e diversas vezes até pensamos ser algo som feito diretamente por Jimi Hendrix.

Sobrevivente do Furacão Katrina e didve de Dellas, ele trouxe experiências pessoais para transformar seu desabafo em música, mas nem por isso está presente na letra em si, mas em como foi composto o projeto como um todo. 

Anos depois de querer tocar baixo, mas se apaixonar ela guitarra e decidir ser "ou guitarra, ou nada", ele economizou seus centavos, adquiriu uma guitarra Fender Stratocaster e aprendeu a tocar para canhotos... ala Jimi Hendrix, como toda sua inspiração presente no álbum. 

Em release oficial, ele comenta: "Os músicos normalmente estão em seu ponto mais criativo quando são jovens. Felizmente, eu tive bom senso o suficiente para gravar eu mesmo tocando todas aquelas músicas e riffs de guitarra que criei durante meus primeiros cinco anos tocando guitarra. Eu tinha um gravador e gravei quase tudo que pude. Algumas das minhas melhores canções foram criadas nessa época. Na década de 1980, transferi todas essas gravações de rolo para rolo para fitas cassete. Ao longo dos anos, escrevi muitas canções ... mas sem dúvida, meu material mais criativo remonta à década de 1970. Embora eu não gostasse de aprender as músicas do Hendrix naquela época, eu, no entanto, ouvia constantemente os álbuns do Hendrix. Então Jimi Hendrix se infiltrou em tudo o que eu fiz, sem nem mesmo tentar. Jimi continua sendo minha principal influência musical até hoje!

Nesta vida, porém, uma coisa quase sempre leva a outra ... Todo esse processo de tocar guitarra sem qualquer limite musical (tempo ou não) durante aqueles cinco anos iniciais, é exatamente o que me levou a ter um som musical que posso chamar de meu ter; e o que também fez com que o timing estranho fosse parte integrante e marcante do meu jeito de tocar guitarra e escrever músicas. Vários músicos me disseram que o timing estranho em minhas composições musicais soa natural, não artificial. Eu teria que dizer enfaticamente que o momento estranho vem para mim naturalmente porque essa é a arena em que toquei guitarra desde o início".

Ele ainda comenta que, assim como o álbum seu início de aprendizado foi de maneira DIY. O artista nunca teve um professor de guitarra e aprendeu de fato ao som de artistas como Jimi Hendrix, Stevie Ray Vaughn e Robert Cray, tudo isso antes de começar a fazer covers em power trios. Ter tido esses professores foi o principal para saber projetar força na guitarra, fazer meus riffs e solos realmente significarem alguma coisa de fato.

"Para o bem ou para o mal, eu uso todos os chapéus neste álbum: compositor, performer, produtor, engenheiro de gravação e engenheiro de mixagem e masterização. Todas as músicas foram escritas por mim ... exceto “Voodoo Child” e “The Star Spangled Banner”.

Em todas as faixas deste álbum, sou apenas eu na guitarra e no vocal ... com minha bateria eletrônica lidando com as partes da bateria e do baixo. Dito isso, porém, o power trio rock-n-roll (com três humanos) é a minha praia, ou coisa assim, como alguns diriam. Mas os power trios que eu montei ao longo dos anos nunca duraram muito, nem foram a lugar nenhum; então eu nunca construí um nome para mim como músico performático". 

Se você gostou da história e das influências citadas, ouça o álbum completo abaixo:




08 - BICE
Compositora e música argentina, ela mostra uma das razões de estar nesta lista, apesar do trabalho ter sido lançado há um pouco mais de um semestre. Em um projeto DIY, a artista radicada na Itália é responsável pela composição lírica, instrumental e produção de suas faixas, que mesclam vertentes como o eletro/alt/indie/synth em um trabalho repleto de camadas de vozes e beats que embalam o público durante uma dança. 

Em release oficial, ela comenta: "Acho que o espírito fundamental da minha música é a estética surrealista e onírica. Como engenheira de som, o personagem está sempre muito presente em todas as minhas produções, mas por outro lado é muito importante para mim buscar e explorar novos
formas de expressão. Minha voz não é apenas meu instrumento, mas a principal ferramenta para transformar mundos imaginários em sons reais. Também acho na mídia eletrônica um fluxo gigante para explorar com sons e texturas. Por este motivo, minhas canções são caracterizadas por
vocais multicamadas e ambientes eletrônicos.

Ouça o trabalho da artista abaixo:




09 - GENTLE ORGANISMS
É um projeto que nasceu no verão de 2021, diante da necessidade de ficar em casa por conta de tudo que vivemos atualmente. Feita de maneira DIY por Michael Kelley e Grahamn Bechler, que respectivamente são compositor/interprete e baterista /co-produtor.

Apesar dos singles terem sido lançados neste ano, o artista trouxe para suas composições lembras de sua infância, nostalgia e também temas atuais, como protestos em relação a funcionários governamentais, num EP que apresenta um som voltado para o rock alternativo, indie e até mesmo elementos do folk.

Fazendo também de maneira experimental, ele testou novas afinações de violão que o fizeram lembrar de hits favoritos da sua infancia, sendo inspirado por nomes como Smashing Pumpkins, Goo Goo Dolls e Coldplay.

Em release oficial, o artista também fez um faixa a faixa do EP, que pode ser lido abaixo e ouvido logo em seguida.

"30 MPH" - canção curta e doce gravada no meu telefone como uma mensagem de voz. Ele documenta o momento em que me apaixonei pela música.
"TAKE 2" - Nostalgia instantânea; pondero se todas as lutas da minha vida valeram a pena.
"MID-TWENTIES 'N' MAD (oh my god)" - A Uma bela canção raivosa, mesmo que eu tentei o meu melhor cantá-la como se eu falasse com meu cachorro.
"New Recording 94" - outro memo de voz; uma
nova música nascendo, mas não terminada. Eu queria trazer as pessoas para esse espaço cru.
"Sometimes My Body" - ataques de pânico, pessoal.
"So What"- Pesada. A única música do disco que me faz chorar quando a ouço




10 - LEWCA
Divulgado no último dia 25, "Geezer Pop" é o EP mais recente do artista francês que apresenta ao público ouvinte 5 músicas, num trabalho multi-gênero, passando pelo rap (mesclado ao eletrônico e trap) em 'Born to Survive', o eletrodance de 'Beautiful Day' (single deste trabalho) e toda essa junção de estilos (com o plus do indie rock) em 'My Story'.

Em um trabalho de força conjunta, S.O.A.P supervisionou a produção do EP, há faixas
por S.O.A.P, Max future, Erwann guirriec e Remy Laurençon, Lewca produziu o EP, fez as composição e as transformou em música, num trabalho mixado por Rémy Laurençon e Mastered por Chab.

Ouça este trabalho que com certeza agradará ouvintes tanto do rock, quanto do rap/hip-hop ou eletrônico, abaixo:




11 - NATURAL FLAVORS
Lançado no início do mês, "In Bloom" é um trabalho extenso feita pela banda norte-americana, que apresenta ao público ouvinte 14 músicas de um leque grande de estilos, como o Jazz/R&B/Soul presente em  'People Don't Change' e 'Blue' (faixa que sucede a introdução instrumental do álbum), os riffs de guitarra indie e o backing vocal de influências sessentistas presente em faixas como 'RIP' ou 'Shoes', o início 'praiano' e que se encaixa perfeitamente com o título de Tidal Wave, (faixa que ainda traz elementos de guitarra do blues e até mesmo ritmos brasileiros (como o samba/pagode)) e o folk presente em músicas como 'If I Was a Man' e 'Circles'.

Sendo um trabalho desenvolvido ao longo de vários anos, eles mostram um projeto feito com todo o cuidado e carinho, seja por conta de detalhes líricos como também toda a riqueza instrumental presente em um álbum que certamente levará o ouvinte a uma jornada diferente, mesmo que seja sobre temas já apresentados em outros trabalhos dentro de nossas listas. Neste álbum, eles falam sobre relacionamentos e existencialismo ao apresentar faixas onde cantam sobre os altos e baixos extremos da vida em 'Blue' ou as emoções ambivalentes de uma separação em 'RIP', por exemplo.

Além disso, ao decorrer ao álbum podemos ver que cada música tem uma sensação e gênero completamente diferentes, variando do rock indie ao jazz latino, passando também pelo blues e por elementos brasileiros. 

Em release oficial, eles definem o álbum de estreia da banda como uma nova seleção de hinos de verão DIY, com composição, gravação e produção feita inteiramente pela banda. 




12 - EIGHTHRS
Lançado na última sexta-feira, "Vol.4", como o título já diz, é 4ª edição de 4 EPs lançados pelo produtor/compositor norte-americano em 2021, onde apresenta para o público ouvinte somente trabalhos compostos pelo artista, que busca fazer algo diferente do lançado por sua banda indie Besphrenz.

Neste projeto, o artista trafega pelo Indie/Eletro R&B em 'Melting', além de apresentar o Bedroom pop e vocais autotune em 'How We Talk', faixa que também apresenta elementos instrumentais dançantes e que certamente farão o ouvinte a acompanhar dançando e finalizar com 'Hang On', faixa que apresenta elementos instrumentais 'menos dançantes' em comparação a faixa anterior e volta a apresentar toques do R&B executado pelo artista ao longo do EP, em união ao vocal autotune do gênero.
 
Além de seu projeto solo e da banda, ele também escreveu e colaborou com artistas como Asher Roth, Keith Goodwin, Bedrooms e Win and Woo.




13 - SAMSARA
É uma banda formada por nova-iorquinos de Queens e Long Island, com membros começaram a tocar música juntos desde cedo em uma escola de música local e se juntou com outros dois artistas que resultaram na SAMSARA, que pode atrair influência de vários estilos, incluindo grunge, funk, metal e alternativo.

Neste EP, intitulado "Paralyzed In Paradise", eles trazem seis músicas que mesclam entre Grunge e Stoner em 'Nevermind' (single de estreia da banda), apresentando também baixos destacados de uma faixa antêmica como 'Addict', (flertando entre uma velocidade do rock alternativo e riffs do hard rock), 

Cada uma das músicas podem ser ouvidas abaixo:




14 - HOTEL CALIFORNIA 
É um projeto idealizado pelo cantor e compositor Daniel Green, que traz para o público ouvinteum som apaixonado e sincero, resultado da criatividade em meio ao lockdown de 2020. Como resultado disso, o artista compôs 24 faixas a serem lançados a cada três semanas de 2021. 

Dentro dessas faixas, foi apresentando também o álbum "Orange", que apresenta 12 músicas voltadas para estilos como folk e o americana e traz em siua composição coisas importantes para o artista, como a bela natureza que nos rodeia ou os maravilhosos momentos da infância.


Tendo diversas influências, podemos ver em seu trabalho a referência de artistas como Wilco ou o estilo intímo de Simon & Garfunkel em suas músicas mais lentas.

Sendo bastante ouvida no Reino Unido, suas músicas foram tocadas em cerca de 70 programas de rádio, principalmente na Grã-Bretanha. Nós tivemos acesso ao pelo Soundcloud e ele pode ser ouvido via Spotify, porém com VPN de solo brasileiro não conseguimos ouvir, então iremos deixar o player do Deezer.




15 - DARKHUES
Divulgado na última sexta-feira, este é o novo projeto do artista australiano Hugh Smith que, após integrar diversas bandas de Londres e Auckland, além de ser banda de um só em Berlim,  lança Soft Fall, álbum completo de seu projeto solo.

Com nove músicas, o álbum passa por uma gama de estilos, como a música eletrônica pós-punk/darkwave com guitarras subjacentes, vocais misturados, sintetizadores pop e batidas de bateria, tendo grande influência de nomes como The Cure, Suicide and Joy Division.

Além dos estilos citados acima, o álbum é um prato cheio para admiradores do psicodélico, shoegaze e dream pop.

Ouça o álbum completo abaixo:





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