MUSO SOUP ÁLBUNS #12: Dan Hamann, Echo and Bloom, Daniel Lerner, Feralman e The Lowtones com com álbuns e EPs lançados de diversos estilos

01 - LIAM VINCENT 
Lançado hoje, Pierson V. Post é um EP acústico, que apresenta ao público 5 faixas , por 22min. Trazendpo influencias de ritmos como da música irlandesa, com batidas e instrumentos de corda como o violino, muito presente no folk.

Liam Vincent e The Odd Foxes começaram a tocar música juntos dois meses antes do COVID chegar, e o primeiro bloqueio aconteceu. As apresentações foram canceladas e os estúdios fechados. Liam continuou escrevendo e, com The Odd Foxes, trabalhou na arte de gravar remotamente e capturar a sensação de estar na sala, mesmo que ninguém estivesse.

O Pierson v Post EP é o culminar desse trabalho. Cinco canções inspiradas nas raízes de Liam em uma família musical irlandesa e contando histórias sobre o que tem acontecido com todos nós recentemente. 




02 - OF SHADOWS AND LIGHTS
Trafegando por estilos como o new wave, alternative e classic rock, logo na primeira faixa vemos uma mescla entre esses dois últimos estilos, com um vocal que remete bastante a bandas como Muse e um instrumental pesado, com riffs e solos envolventes de se ouvir. Já em 'Unaware Passenger' mostra uma variedade de estilos e influencias, trazendo para o ouvinte um vocal característico do indie, numa música hora acústica e hora com instrumentais mais pesados, mostrando que podemos ver um trabalho rico de estilos, influencias e para todos os gostos ao longo das 10 faixas.

""Almost Prophetic Visions And Thoughts" é meu álbum de estreia que fiz durante o bloqueio causado pela pandemia de COVID-19, que alterou totalmente o princípio mais fundamental da vida comum. É uma jornada musical que enfrenta diversos temas como o isolamento e a depressão induzidos pelas tecnologias modernas, mas também o abandono, a traição, a falta de empatia, a sobrevivência em um mundo à deriva e a poluição ambiental.

Mergulhe nas notas de um disco que flui fluida e nitidamente com guitarras elétricas entrelaçadas com sintetizadores. Descubra elementos de música eletrônica e instrumentos clássicos que se combinam com poderosos ritmos de bateria e desfrute da experiência de ouvir um som único e cremoso. Viva as emoções e deixe-se guiar pelas imagens que cada música cria em sua mente".




03 - DAN HAMANN
Tendo uma carreira superior a 20 anos, Dan aproveitou a quarentena como uma oportunidade para criar um álbum totalmente produzido com suas canções mais solicitadas. O álbum com colaboração mundial apresenta 72 instrumentos, de 26 músicos espalhados por 14 países, passando por estilos como o de big bands, jazz, experimental, folk e rock n roll.

Ouça abaixo:




04 - ECHO AND BLOOM
Lançado no último dia 2, "From The Particle That Made Us" é o EP mais recente do duo, que tem influencia de estilos como o RnB, Pop e eletrônico, trazendo seis faixas inéditas ao público ouvinte.

Presos em casa durante 2020, eles decidiram criar músicas juntos, o resultado foi o EP de 6 faixas mescladas entre eletrônico e pop, que vocês podem ouvir abaixo:




05 - JULESY
Lançado na metade Janeiro, "This Currency Self-Intervention" é um EP de seis músicas que trafegam por vertentes do pop como o eletro, synth e dream.

Nele, a artista explora a autenticidade na cura e o autoconfronto que ela exige, trazendo músicas com nítido contraste: sintetizadores leves e flutuantes e melodias oníricas se opõem ao peso das letras, com influencias instrumentais do eletropop dos anos 80 principalmente.

"This Current Self-Intervention" é interpretada por Julesy e apresenta Julian Briones na guitarra, Cal Mirowitz nos sintetizadores / teclas; mistura de engenharia de Dakota Mar e engenharia de masterização do notável Robin Schmidt (The 1975, The Japanese House, Rina Sawayama).




06 - DANIEL LERNER
Divulgado no último dia 19, "There's Something I Wanted To Say" é o álbum mais recente de Daniel Lerner, com sete músicas que trafegam por um som mais calmo, mesclando folk/indie/rock. 

Apesar da calmaria na voz e belíssima harmonia instrumental, a faixa de abertura também apresenta momentos de danças solo, porém 'In Your Way' caberia para algo mais a dois, num conjunto geral. Pela metade do álbum, temos 'Young', que nos traz um solo de violão clássico de folk e de algumas bandas norte-americanas/britânicas, com dedilhados aparentemente simples de executar, mas brilhante de se ouvir, unido a uma bateria feita de modo leve, mas com maestria.

Sobre o álbum, Daniel comentou: "Este é o meu álbum de estreia como artista solo, inspirando-se no indie rock e pop, com flashes de R&B e folk. Este projeto representa a introdução do meu som ao mundo, o “algo” que queria dizer como músico e como ser humano".

Cada uma das faixas podem ser ouvidas abaixo:




07 - BAD BLOOM
Bad Bloom é um novo duo Shoegaze/Dreampop de NY, trazendo influencias como Interpol, DIIV e The Smashing Pumpkins, eles estão trazendo um novo espírito para o gênero.

Este é o segundo EP, intitulado 'Leave', gravado em outubro de 2020 no Brooklyn. A faixa de abertura traz um som pesado, que cabe até dentro do punkrock/post punk de vocal feminino, enquanto a segunda música traz uma grata alegria para os amantes das quatro cordas, com baixos destacado e que dão o tom inicial da faixa, que pode ser ouvida abaixo:




08 - FERALMAN
Se mantendo dentro de estilos como o alternativo, o álbum "Chapters 35-43", traz ao público 10 músicas em aproximadamenpoison aote 40min, apresentando uma bateria leve e um background de guitarra gostoso de se ouvir, numa faixa de abertura cantada como um sussurro. Já na metade o álbum, a guitarra se mantém como instrumento principal, flertando entre estilos como o blues e o psicodélico, se mantendo com um vocal calmo, que transforma em energia positiva para o ouvinte.

O álbum conta uma série de eventos de vida que aconteceram com o artista entre as idades de 35 e 43 anos, que vão desde a perda de entes queridos, nascimento de um filho ediagnóstico de tumor cerebral.




09 - JASPER WONG
"Emperor: Part Two" é o segundo EP do artista, que complementa a exploração de temas como a solidão e da desconexão por meio de uma abordagem autobiográfica e uma abordagem mais metafórica. O álbum traz influencias sonoras não só da música asiática, mas também do folk e alternativo.





10 - FRANK RABEYROLLES
Lançado há quase um mês, "Impossible Retour" traz 4 músicas que passam por estilos como o  Bedroom Pop, eletro e Synth Pop, apresentando um som mais melancólico vocalmente falando em 'Don't Look Back' e algo instrumentalmente harmonico na faixa de abertura.

Cada uma das músicas podem ser ouvidas abaixo:




11 - TWIN GALAXXIES
Lançado no final de Fevereiro, "Imminent Reversal" é o trabalho de estreia da Pure Life Records. Repleto de sintetizadores e uma influencia forte de estilos como o progressivo e psicodélico da década de 70, também podemos notar com facilidade diversos experimentos e trilhas cinemáticas, num álbum completamente instrumental.

Pelo bandcamp da banda, abaixo, é possível adquirir ao LP.




12 - JUSTIN FREELY
Baixo como instrumento principal de grande parte da música, um background trazendo bateria e até mesmo algo parecido com chocalho estão presentes em 'Used To Be Famous', faixa de abertura do álbum "What A Time To Be Alive", que traz um guitar slide em certos momentos, mesclando na música estilos como o rock e o experimental.

O álbum solo de estreia de Justin Freely, "What A Time To Be Alive", vem após um breve hiato de tocar com vários artistas em Melbourne (Sr. Jimmy, Leah Sênior, Foggy Notion). O álbum é baseado em histórias de personagens melancólicos e experiências liminares expressas por meio de letras evocativas. Justin Freely é aberto com guitarra solo virtuosística e comovente. O baixo de Handsome Mick Stylianou (Cobra Snake Necktie Records) detém o recorde em um groove sujo, a produção rica e corajosa do Capitão Brooke Penrose (Saint Jude) e os vocais de apoio do Capitão B e Vera Well unem tudo para levar o ouvinte em uma aventura rica e gratificante que eles vão querer repetir continuamente. Embora criado em Melbourne, o álbum se afasta do que conhecemos como o Melbourne Sound, mais instrumentalmente focado, principalmente como resultado da poética profunda, porém edificante.




13 - SHE MADE ME DO IT
Na faixa que abre o EP, temos um som que começa com influencias de algo mais eletrônico, mas que fui impressionado com o crescimento instrumental, apresentando baterias e guitarras pesadas, essas que continuam na faixa 'Confessional Day' e em outras, mesmo que elas tenham um início mais experimental/eletrônico, caso de 'Nowhere Land'. Mesmo com toda variedade, vemos que as guitarras pesadas, trazendo solos e riffs envolventes, unidos a uma bateria cadenciada são os pontos-chave do EP.




14 - SHAWN BROWN
Lançado na segunda quinzena de Março, "Angel Of Oakland" apresenta três faixas que trafegam por estilos como pop/indie rock, trazendo um vocal típico de algumas bandas britânicas, mesmo que o artista seja na verdade norte-americano. Já na segunda faixa, podemos identificar suas influencias de Soul e R&B. 

"Angel of Oakland" - o single principal - atua como uma carta de amor hino para a cidade natal de Brown. O EP foi produzido em um esforço conjunto entre Rafa Lima, Grecco Buratto e Shawn, abrindo caminho para mais música por vir. Shawn também está animado em anunciar que um EP companheiro de Angel of Oakland já está em produção!




15 - THE LOWTONES
A banda segue o lançamento do EP, agora com o álbum homônimo, inserido nas plataformas digitais no último dia 15. Durante 10 músicas, eles abordam temas como o isolamento e solidão, apresentando guitarras com a assinatura da banda, baixo que conduzem as faixas, unido a uma bateria enérgica.

Influenciados por bandas como The Smiths, The Cure e Joy Division, todos esses três podemos enxergar na faixa de abertura do álbum. A próprioa banda que compôs, gravou, produziu e distribuiu o trabalho.

Ouça cada uma das faixas abaixo:






Esta matéria foi criada via Musosoup, entenda mais aqui: #Sustainablecurator


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