MUSO SOUP SINGLES #15: Babybl.u, The Limits, Lou Main, Divisions, Sureson, Lara Samira e mais artistas com lançamentos passando pelo folk, R&B, indie, dreampop e mais

01 - BABYBL.U: HIGHS + LOWS
Lançado final de Fevereiro, 'Highs +Lows' é o primeiro single solo de Babybl.u, fundadora/líder/cantora da banda indie "Oh La Canada".

Em seu projeto solo, ele embarca num estilo que trafega mais pelo pop/eletrônico, onde a artista descreve o single como "música moderna de garotas raivosas", trazendo influências de bandas como The Neighbourhood, Wolf Alice, Foster The people. Para sua própria performance vocal, ela menciona pessoas como Lorde, Florence + The Machine e Stevie Nicks por suas performances delicadas, porém inflexíveis.

A faixa fala sobre estar preso em um relacionamento doentio, onde a atitude fria e quente da outra pessoa torna seus próprios sentimentos dependentes do comportamento dela em relação a você. Puxando você de altos para baixos por vontade própria e prejudicando seu núcleo. De acordo com a artista, o objetivo da música é fazer as pessoas perceberem quando são maltratadas e incentivá-las a sair a tempo para proteger seu valor próprio antes que seja destruído pelo ditado das ações de outra pessoa.



02 - THE LIMITS
Também lançada em Fevereiro, mas alguns dias antes, 'Half Lives' foi o primeiro single da banda em um ano, sendo uma música que fala sobre a falha de comunicação em um relacionamento. Vocais calmos, unidos a um ótimo background instrumental, certamente nos fazem querer ouvir do início ao fim, envolvidos também pelo solo de guitarra presente na música.




03 - LOU MAIN
Diretamente de Bristol, o artista apresenta um trabalho DIY e letras autenticas em 'Orchard', single lançado no início de Fevereiro. 

Tendo o indie como referência principal, a faixa traz um background harmônico e jogo de instrumentos bem executados, sendo somente eles por praticamente metade da música, com o vocal encaixando perfeitamente na sequência.




04 - TORRS
Divulgada na primeira quinzena de Fevereiro, 'Kaleidoscope Skies' é um som gostoso de se ouvir, que trafega pelo acústico e indie, com instrumentais muito bem ambientados e em sintonia com o vocal executado.

Sobre o lançamento, Willian Steves, baixista  da banda, comentou: "
Além de não poder fazer shows, o lockdown tem sido produtivo para a banda. Isso nos permitiu ter tempo para criar mais música e pensar em ideias para o nosso material. Além disso, nos deu muito tempo para terminar o vídeo da letra “Kaleidoscope Skies”, que é uma animação em stop motion que Stuart e eu começamos, mas não pudemos terminar devido às restrições.
Isso permitiu à banda gravar covers em casa e lançá-los no YouTube e em nossas redes sociais, o que ajuda as pessoas a ter uma ideia do tipo de música que ouvimos e quais são nossas inspirações. O que estou mais ansioso para quando sairmos do bloqueio é definitivamente fazer shows! Tenho certeza que o resto da banda pode concordar, especialmente com Thomas agora na banda".




05 - STEVEN REINHARDT
Camaleão da música, ele lançou recentemente o single "Down To Earth", que trazum background animador, dançante e dreampop, numa faixa que fala sobre validação e querer atenção na busca pelo amor.

'Down To Earth' já está disponível em todas as boas plataformas de streaming.




06 - DIVISIONS
Trafegando principalmente pelo rock alternativo, 'Out Of All Proportion' é o segundo single do álbum "Divisions", lançado dia 12 de Março e sequência do single 'Quiet Frustrations'.

Alcançando altos tons vocais, a faixa parece ser cantada como um desabafo no artista, além de ter voz e instrumentos que encaixam perfeitamente nas ondas sonoras de rádios do gêneros, assim como em playlists do mundo de streamings. O trecho instrumental faz o ouvido adentrar mais no espírito da música e se sentir como parte dela.




07 - SURESON
SURESON lançou recentemente "HNDA CVC", primeiro single impulsionado por Tyler Matock (também conhecido como SURESON) e do produtor e músico de estúdio, Rob Kroehler (formalmente da banda vencedora do Grammy Fun.)

O artista Tyler Matock é conhecido por seu trabalho com o grupo de blues/garage Mr. Mudd & Mr. Gold e com o pop indie Gus D. Wynns & The Breakers.

Na música, ele explora uma evolução no som por meio de uma voz criativa implacável e sempre em busca um processo catártico para seus cálculos existenciais. Passando por estilos como o power pop, psicodélico e o rock sessentista.




08 - BONES IN BUTTER
Diretamente da Sérvia, a banda lançou recentemente o single 'Littlewing', que passa por vertentes do rock, como o psicodélico, indie e dreampop, com vocais harmônicos muito bem estruturado e mesclados com o instrumental.

O single pode ser ouvido abaixo:




09 - SHAKOTA
Lançada em Fevereiro, a faixa 'Mon Fleur' consegue ter uma variedade de estilos, passando pelo hip-hop, tendo também elementos do pop e do indie. A música fala através da metáfora de uma flor e se baseia nas lutas que ambos enfrentamos como resultado de seus problemas de saúde mental, que se tornaram cada vez mais desafiadores devido ao coronavírus. A flor mostra espaço para crescimento, mas o resultado final de beleza e plenitude. O artista sente que as pessoas podem se identificar com o simbolismo universal da flor e as lutas de ansiedades e romances adolescentes e com certeza elas irão.

Ouça abaixo:




10 - THEO TAMS
Fixable é um single duplo, com faixas que trafegam por estilos como o R&B e o pop comercial. A faixa-título fala sobre como pode ser complicado aplicar o conceito de "consertar o que está quebrado" ao amor, em vez de procurar algo novo.

Com inspiração da escola RnB dos anos 90, co-escrever com Ally permitiu uma facilidade habil de trabalhar uns com os outros. A produtora Marty Martino mergulhou na criação de sons com harmonias, almofadas vocais e vocais em camadas para esta faixa para criar uma vibração única.




11 - SHE BEAT
A artista nascida em Liverpool e residente no norte de Edimburgo gravou sons da costa Prestonpans durante o verão e decidiu misturá-los com esta faixa, em uma tentativa de criar o canto da sereia.

Mesclando estilos como o dream/folkpop, essa é uma canção de amor escrita recentemente, trazendo elementos como o lapping shore, guitarra elétrica e dedilhados que a transformam em algo mais lento, mas harmonioso por conta do vocal suave. Indicaxdo ouvir com fones de ouvido, para apreciação maior da música.

O produtor de Edimburgo Ian 'Sons of the Descent' White adicionou tons subterrâneos, magia de guitarra principal e loops de percussão à faixa, e tanto a arte quanto o vídeo lírico apresentam a costa norte de Edimburgo.




12 - LARA SAMIRA
Definido como honesto, cafona e autêntico, 'Something I Can't Fake' é uma música que  com letra alegre, doce (tanto instrumentalmente quanto pelo vocal suave e gostoso de se ouvir) e, que como a maioria das músicas da artista, ganhou vida durante uma de suas sessões de composição solo em seu quarto, onde é apenas ela e sua música em sua própria pequena bolha. 

'Something I Can't Fake' foi escrita por Lara Samira (Alemanha), editada por Marcia Tadhea Angele Sondeijker, e produzida por Roulsen, ambas holandesas.

Lara Samira participou com The Voice Of Germany em 2017, onde chegou às semifinais com uma média de 5 milhões de telespectadores. Ela saiu em turnê com o The Voice e fez mais de 20 shows na Alemanha, cantando para milhares de pessoas. De algumas centenas de seguidores no Instagram e Youtube, ela passou para 14,00 e 9.400 seguidores em apenas alguns meses.




13 - THE GARNETTS
Assim como nossa inspiração máxima, The Garnetts também é um quarteto de Liverpool e que recentemente lançou o single 'Sarah', mesclando composições interativas com refrões e melodias cativantes. Trazendo vocal e riff envolvente, a banda mescla estilos como o soft rock e até mesmo 
um leve toque de country.

Ouça abaixo:




14 - JONATHAN DAVENPORT
'Hey You, Jaybird' é uma escrita na época em que ele trabalhava no National Park Service e que atualmente soa como uma canção sobre a pandemia e a quarentena ("não há nada vivo aqui/não há nada vivo aqui/estamos morrendo, estamos morrendo/e o que é pior, estamos morando sozinhos") e, que infelizmente, parece que será atual por um tempo ainda.

A faixa começa mais voltada para um blues, mas logo em seguida e se mantém nessa pegada por um bom tempo, com o acréscimo de um destaque maior para o baixo e teclados. Numa segunda parte, a faixa se transforma num rock/doom com guitarras estridentes, unidas a uma bateria pesada e cadenciada, que faz o ouvinte viajar,  sendo transbordado pelo instrumental, pelos riffs e levando a mente do ouvinte a outro local, ou nenhum, somente um momento de ficar com si mesmo e mal perceber o final da música.




15 - THE WHITE LAKES
Riffs que mesclam uma pegada indie com The Smiths dão tom a 'This Generation', que também apresenta um vocal repleto de sintetizadores por toda a música. 

A música é a observação de The White Lakes sobre como os millennials (incluindo eles próprios) estão obcecados com a tecnologia, especialmente durante o lockdown. Com os planos de 2020 e The White Lakes suspensos, eles decidiram morar juntos durante esse período e usar o tempo para escrever um novo material. This Generation é a primeira dessas músicas a ser lançada e marca uma progressão sólida em relação aos lançamentos anteriores da banda.

Confira a faixa abaixo: