Em seu terceiro álbum, o cantor, compositor e violonista Rodrigo Borges quis fazer uma homenagem à música mineira, pois é das suas principais referências e parte da sua história.
Ao pensar o projeto “Transverso”, que lança em novembro, Rodrigo quis partir de um olhar para dentro, tanto para dentro de si como para Minas Gerais, seu estado de origem e o que ele nomeou de “estética mineira de fazer música”, chamando os músicos amigos para estarem juntos e buscando uma simplicidade nas harmonias e uma valorização da arquitetura dos arranjos. “Uma coisa que o Lô me falou uma vez, comunicar de forma simples para poder falar diretamente com as pessoas”, comentou Rodrigo.
Sobrinho de Lô e Marcio, Rodrigo Borges nasceu em meio ao Clube da Esquina, e nada mais natural que ele levasse consigo esse legado, que agora é especialmente reverenciado nesse projeto. “Transverso” traz 8 faixas, entre elas o primeiro single “Sonho Real” (Lô Borges e Ronaldo Bastos), com participação de Roberta Campos, “Onde a Gente Está?” (Lô Borges e Márcio Borges) e as autorais “Quando o Sol Renascer”, “Terra Estrangeira”, “Eu Sigo a Lua” e “Um Amor”.
O single será lançado dia 30 de outubro, o álbum dia 13 de novembro e, nos dias 16 e 17 ele se apresenta em Belo Horizonte, no Teatro Feluma, para dois shows que serão gravados e lançados posteriormente.
É também um dos fundadores da banda Trilho Elétrico ao lado de Lelo Zanetti (Skank), Manno Góes (Jammil) e Lutte (Mosiah). Ainda criou, ao lado da esposa Marina Cambraia, o Bloco de Carnaval "Divina Banda" que desfila desde 2018 no tradicional bairro de Santa Tereza em Belo Horizonte.






