Vai ter rock, bebê – e em dose dupla! Na edição de 2026, o Rock in Rio terá dois dias inteiros dedicados ao gênero que ajudou a moldar toda a história do festival, reunindo nomes de diferentes gerações e vertentes para abrir o Rock in Rio com energia máxima. No dia 4 de setembro, o Rise Against faz sua aguardada estreia na Cidade do Rock, levando ao palco a potência de uma das bandas mais relevantes do punk rock contemporâneo. Antes deles, os suecos do The Hives levam pela primeira vez ao festival seu garage rock explosivo e performances intensas que os consagraram como um dos nomes mais marcantes do revival do rock dos anos 2000. Abrindo o Palco Mundo no dia 4, o duo britânico Nova Twins faz sua estreia no Brasil trazendo seu som singular e eletrizante que mistura diferentes vertentes do rock. Já no dia 5, quem sobe ao palco é mgk (Machine Gun Kelly), que também faz show pela primeira vez no Rock in Rio trazendo a energia de sua fase pop-punk – responsável por recolocar o estilo no centro da cultura pop nos últimos anos. Na abertura deste dia está um dos maiores nomes da história do rock e do metal brasileiro: Sepultura. A banda faz, na Cidade do Rock, seu penúltimo show da carreira, em uma performance inédita e exclusiva que fará jus a todo o seu legado para a música.
No Palco Sunset, os dois dias também destacam diferentes vertentes do gênero. No dia 4 de setembro, o encerramento do palco fica por conta de Capital Inicial, que apresenta um show especial em homenagem ao Renato Russo, convidando Dado Villa-Lobos, guitarrista histórico da banda Legião Urbana. O encontro celebra os 30 anos da perda de Renato, comemorando todo seu legado. Antes deles, a banda britânica Hot Milk se apresenta pela primeira vez no festival, levando à Cidade do Rock a energia de um dos nomes mais promissores da nova geração do rock do Reino Unido. Já os Detonautas convidam o Biquini para um encontro marcado por diversos hits, enquanto a abertura do Palco Sunset fica por conta de Di Ferrero, que apresenta um show marcado por diferentes fases da carreira e que vai emocionar os fãs presentes com canções que atravessaram gerações.
Já no dia 5, a presença feminina será um dos grandes destaques no Palco Sunset. O headliner do espaço é o Bad Omens, que estreia no Rock in Rio consolidando sua ascensão como um dos nomes mais influentes do rock moderno, com bilhões de streams, milhares de fãs no Brasil e no mundo, além de hits que dominaram as paradas de rock nos últimos anos. Antes, a americana Poppy também faz sua primeira apresentação no festival, trazendo sua mistura ousada de metal, pop e experimentalismo – trajetória que já lhe rendeu indicações ao GRAMMY e a reputação de uma das artistas mais inventivas da cena atual – além dos shows de Black Pantera convida Nervosa, em um encontro inédito e potente, e Malvada convida Day Limns, mais um show original do Rock in Rio nesta edição, que vai abrir uma programação no Sunset marcada por mulheres potentes no rock e no metal atual.
Primeiro dia da edição de 2026 do Rock in Rio conta com Rise Against, The Hives e Nova Twins no Palco Mundo
No dia 4 de setembro, o Rise Against faz sua estreia no Rock in Rio subindo ao Palco Mundo antes da apresentação do Foo Fighters, levando à Cidade do Rock a força de uma das bandas mais relevantes do punk rock contemporâneo. Formado em 1999, em Chicago, o grupo é composto por Tim McIlrath (vocal e guitarra rítmica), Zach Blair (guitarra solo), Joe Principe (baixo) e Brandon Barnes (bateria). Reconhecida pela franqueza e forte consciência social, a banda construiu uma trajetória marcada por múltiplos discos de ouro e platina, consolidando seu nome dentro do melodic hardcore com uma sonoridade que combina melodias marcantes, refrões explosivos, ritmo acelerado e uma atitude agressiva. Desde os primeiros álbuns, o Rise Against chamou atenção pelas letras politizadas e engajadas, abordando temas como desigualdade social, cenário político, direitos dos animais e questões ambientais, transformando sua música em um espaço de reflexão e posicionamento. Ao longo dos anos, ampliou seu alcance comercial com trabalhos que alcançaram o topo das paradas e expandiram sua base de fãs ao redor do mundo, equilibrando intensidade sonora e apelo radiofônico sem abrir mão do discurso crítico. Em 2025, a banda lançou Ricochet, seu décimo álbum de estúdio, reafirmando sua identidade ao unir energia, crítica social e melodias potentes.
Antes, The Hives sobem ao Palco Mundo para aquecer a Cidade do Rock com seu garage rock. Formada em 1993 na Suécia, a banda se consolidou como um dos nomes mais explosivos do rock das últimas décadas. O grupo ganhou projeção internacional no início dos anos 2000 com o álbum Veni Vidi Vicious, que rendeu discos de platina e colocou o hit “Hate to Say I Told You So” entre as músicas mais marcantes da década, ajudando a impulsionar o revival do rock cru e energético daquele período. A banda abriu no início deste ano os shows do My Chemical Romance, durante sua explosiva turnê por estádios pela América do Sul, incluindo duas noites no Allianz Parque, em São Paulo.Conhecidos por riffs acelerados, estética marcante e apresentações ao vivo intensas lideradas pelo vocalista Howlin’ Pelle Almqvist, o grupo construiu uma carreira influente com discos como Tyrannosaurus Hives (2004), The Black and White Album (2007) e Lex Hives (2012). Nos últimos anos, a banda retomou a atividade com o álbum The Death of Randy Fitzsimmons (2023) e seguiu em turnê mundial, preparando o terreno para seu sétimo trabalho de estúdio, The Hives Forever Forever The Hives (2025).
Na abertura do Palco Mundo no dia 4, o duo do Nova Twins se apresenta pela primeira vez no Brasil, consolidando cada vez mais sua posição como uma das propostas mais inovadoras e impactantes da nova geração do rock. Nos últimos anos, Amy Love e Georgia South se consolidaram como uma das forças mais celebradas e transformadoras da música contemporânea. Desde que surgiu na cena independente do Reino Unido, o duo – indicado ao Mercury Music Prize e duas vezes ao BRIT Award – vem redefinindo os limites do rock ao misturar elementos de alternative rock, punk, rap rock e influências eletrônicas, criando um som singular. Conhecidas por apresentações ao vivo eletrizantes e por uma identidade sonora construída sem o uso de sintetizadores, elas conquistaram público e crítica com faixas como “Antagonist”, “Cleopatra”, “Choose Your Fighter” e os singles mais recentes “Monsters”, “Soprano” e “Piranha”, que anteciparam seu terceiro álbum, Parasites & Butterflies (2025).
mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura se apresentam no Palco Mundo no dia 5 de setembro
No dia 5 de setembro, quando Avenged Sevenfold encerra os shows do Palco Mundo e Bring Me The Horizon também se apresenta no espaço, mgk faz sua estreia na Cidade do Rock. Da força crua do rap à explosão catártica do pop punk, o artista chega pela primeira vez ao Rock in Rio como um dos nomes que melhor traduzem a energia de uma geração. O cantor, que iniciou sua trajetória musical no rap, construiu, ao longo da década de 2010, uma base sólida de fãs e alcançou grande visibilidade com sucessos como “Bad Things”, parceria com Camila Cabello. Mesmo com o rap como ponto de partida, sua estética e atitude já indicavam uma inclinação natural para o rock, antecipando os caminhos que viriam a seguir. Essa transição se consolidou a partir de 2020, quando o artista mergulhou de vez em uma sonoridade mais rockeira e pop punk. O álbum Tickets to My Downfall marcou um divisor de águas, liderando as paradas e resgatando a energia do rock dos anos 2000 para uma nova geração, com sucessos como “Bloody Valentine”, que posteriormente ganhou uma versão acústica especial com a participação de Travis Barker, baterista do Blink-182, e “My Ex's Best Friend”, faixa que contou com a participação de blackbear. O sucesso dessa nova fase se manteve com o lançamento de Mainstream Sellout, em 2022, um trabalho que aprofundou sua identidade no pop punk, reunindo colaborações com Bring Me The Horizon, Lil Wayne, WILLOW, iann dior, Young Thug, Landon Barker e blackbear. O impacto do álbum levou a Billboard a eleger mgk como o “novo príncipe do pop-punk”. Em 2025, ele ampliou ainda mais esse percurso com Lost Americana, disco que combina diferentes influências de sua carreira e apresenta um olhar mais direto sobre suas vivências, origens e a relação entre passado, expectativas e realidade nos Estados Unidos, reafirmando sua versatilidade artística.
Abrindo o Palco Mundo no dia 5 de setembro, o Sepultura leva à Cidade do Rock um show inédito e exclusivo – em que tocará somente músicas da fase do vocalista Derrick Green – trazendo a força de um dos maiores grupos do metal brasileiro e mundial. A apresentação vai marcar sua despedida do festival e também será o penúltimo show de sua trajetória no mundo, antes do encerramento definitivo em São Paulo. Presente desde a segunda edição, em 1991, o grupo construiu ao longo das décadas uma relação profunda com o Rock in Rio, protagonizando momentos icônicos, colaborações marcantes e performances inovadoras – como os encontros com o Tambours du Bronx, em 2011, e com Zé Ramalho, em 2013, além de apresentações nas edições internacionais em Lisboa, Las Vegas e Madrid, entre diversos outros destaques. Com uma trajetória marcada por reinvenção constante e impacto global, a banda construiu uma identidade sonora única ao combinar thrash metal, groove metal e influências brasileiras, ajudando a ampliar as fronteiras do gênero. Reconhecida mundialmente, a banda brasileira retorna ao festival para celebrar esse legado com a mesma força que a consagrou.
O Sepultura se despede da história do festival com uma apresentação que carrega um significado único: será o último show da banda no Rock in Rio e o penúltimo de sua trajetória no mundo, antes da apresentação final em São Paulo. Presente desde a primeira edição, em 1985, o grupo construiu ao longo das décadas uma relação profunda com o evento, protagonizando momentos icônicos e inovadores que marcaram gerações. Entre encontros históricos e performances memoráveis, como as colaborações com o Tambours du Bronx e Zé Ramalho, além de apresentações internacionais em palcos como Times Square, Las Vegas e Madrid, o Sepultura consolidou sua trajetória no festival com coragem artística e experimentação — incluindo shows com orquestra e formatos inéditos. Reconhecida mundialmente, a banda brasileira conquistou o respeito de gigantes do metal, como Iron Maiden e Metallica, e encerra esse ciclo no Rock in Rio em um show onde histórias se cruzam e prometem emocionar todo o público presente.





