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    Abraxas: Wolf Among Us e Spitting Fire com lançamentos


    O duo Wolf Among Us, que traz o stoner em contato também com vertentes mais modernas do rock, estreia na Abraxas Records com o single Draw Me, que já está disponível nas principais plataformas de streaming. Ouça aqui:https://sl.onerpm.com/1099509076.
    Draw me é o quarto single da banda e traz uma carga emocional alta. Abordando temas como relacionamentos tóxicos, violência doméstica e os preconceitos da sociedade, a música é um basta desferido por alguém subjugado e ferido. É rock visceral, mas também é experimental, com diversas referências muito bem encaixadas.
    A letra foi escrita como um desabafo, as vezes confuso, porém, certo de que qualquer destino conturbado é melhor do que continuar alimentando uma ilusão. Em seu background existem pontos de reflexões sobre a violência contra a mulher, encaixando na temática da música.
    Quem ilustra a capa do Single é a artista Bruna Marinelli. Draw me fara parte do primeiro EP da banda, Soul Shard, com mais outras 5 músicas, que será lançado em breve.

    Spitting Fire é o novo trabalho da banda paulistana de stoner rock Cosmic Rover e marca a estreia na Abraxas Records. As 10 músicas do play podem – e devem! – ser conferidas aqui: https://sl.onerpm.com/4885140321.
    A sonoridade de Spitting Fire traz à tona referências do rock das décadas de 1970, 80 e 90, com uma roupagem única que vai do stoner, passando pelo metal e com os dois pés no rock n’ roll.
    O álbum foi produzido pelo conhecido produtor Henrique Baboom, que vem trabalhando há anos com bandas de renome do cenário da música pesada, além de ser baixista da banda do Supla.
    Spitting Fire foi gravado usando o mesmo processo do EP homônimo que a banda lançou em 2018, ou seja, com a captação da gravação feita ao vivo, com todos tocando ao mesmo tempo, como ser fazia nos anos 70. Como ressalta a banda, esse processo foi escolhido pela banda, para ir na contramão das produções modernas, cheias de efeitos de estúdio e edições de protools.
    “Não queríamos um álbum frio e tecnicamente perfeito, queríamos um som verdadeiro, como a banda soa ao vivo”, contam.