Com casa cheia, Forte Norte, Sioux 66 e Mattilha se apresentaram no Canil Fest V


Com disco lançado na última Sexta-feira, a Mattilha fez a 5ª edição do seu Canil Fest, que numa noite repleta de amigos, trouxe para o público show também das bandas Forte Norte, Sioux 66, diversas participações entre os shows, performances de faixas inéditas ao vivo e o segundo show de Yohan Kisser com a Sioux 66.

Primeira atração da noite, Forte Norte subiu no palco por volta das 00h, para um público menor que as bandas, por alguns motivos como as pessoas estarem chegando ainda no local ou não poderem entrar com bebidas de hora.


O show contou com 10 músicas, passando pelo EP Overdose de Si (com ele sendo cantando de forma completa), enquanto Copo Vazio  e Luz, Amor ou Dor foram as escolhidas do disco Vida Sem Dó (lançado ainda pelo nome de Vallente), além de faixa não lançada em discos ou EPs, como Canhão e Sem Chão (O Mal), esse última ainda não lançada oficialmente nas plataformas de streaming.

Setlist completo foi:

Intro
Canhão
Tiro sem Arma
Copo Vazio
Luz, Amor ou Dor
Entrelaço
Cabrestos
Consumo a loucura
Santo Forte


Sendo o segundo show com Yohan Kisser na guitarra, a Sioux 66 foi a próxima banda a se apresentar, fazendo um show melhor (pelo menos da visão do palco) do que o primeiro, que rolou há algumas semanas no Z Carniceria.

Trazendo uma identidade diferente da banda, com menos solos de guitarra do que na formação anterior, Yohan encaixou muito bem na banda, se unindo a Bento Mello, Fabio Bonnies, Gabriel Haddad e Igor Godoi.

No repertório pudemos ouvir os sons mais conhecidos do disco de estreia, como Porcos (que conta com um clipe do caralho, vale a pena ser pesquisado), Labirinto, Diante do Inferno. Músicas de Caos (lançado em 2016) também estiveram no repertório, com Seu Destino, Tudo Que Restou e O Calibre (trazendo um estilo hard rock para a letra do Paralamas do Sucesso) sendo entoadas pelo público, junto com A Hora É Essa, single da banda lançado em 2018.


Atração principal da noite, um dia antes a Mattilha colocou nas plataformas de streaming o Crônicas do Underground, segundo disco da banda e que trouxe para versão de estúdio algumas músicas já lançadas anteriormente nos shows. Dedicado a esse disco, Bico Sujo, O Ritmo e o Corre, Carne É Fraca e Cachorro Louco foram algumas das escolhidas para estar no repertório de estreia do disco novo.

Feita Pra Mim abriu uma sequência de músicas do primeiro disco e também de mudanças. Logo  após ela, foi passado o microfone para Ian Bueno, baterista da Mattilha que fez ontem seu último show (por um tempo) já irá viajar a trabalho para os EUA.
Após essa pequena fala dele, sobre todo o histórico de bandas, fãs, público etc, eles apresentaram quem irá tocar bateria nos próximos shows: Roger Katt, que já fez um show com eles e ontem participou de uma versão instrumental de Daft Punk e da faixa Noites No Bar, mostrando que honrará com toda a certeza esse espaço deixado na bateria.

Antes de mais amigos fazerem parte do show, Ian voltou para a bateria em Ninguem É Santo, aquela que pra mim é a música mais profunda da banda, mostrando a essência de composição de instrumentalidade que é a Mattilha. Sim, toda vez que rolar essa música eu vou falar sobre isso, pois essa é minha musica favorita e tenho certeza que não mexe só comigo, mas com muitas pessoas.

Se encaminhando para o final, duas bandas foram representadas por seus membros, com Pedro Quintana (Forte Norte) tocando guitarra em Depois das 3 e Igor Godoi/Bento Mello (Siox 66) participando da música Sem Tempo Ruim, lançada no disco Crônicas do Underground e que encerrou o show.

Setlist:

Intro/Bico Sujo
Ritmo E O Corre
Carne É Fraca
Intro/Filho da Pompéia
Cachorro Louco
Daft Punk (instrumental)
Noites no Bar
Ninguem É Santo
Qual É O Seu Veneno?
Sem Hora Marcada
Depois das 3
Sem Tempo Ruim

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