sábado, 31 de dezembro de 2016

ESPECIAL LACUNA COIL: Motivos para assistir ao show no Brasil



The Italian Gothfathers, como a própria banda se intitula, virá em Brasil em março de 2017, para 4 shows.
Resolvemos listar alguns motivos para você não perder essa turnê por aqui.

Vocais aprimorados
Quando a banda começou antes de 1998, somente Andrea Ferro era o vocalista. Após a entrada de Cristina Scabbia na banda, tudo mudou, inclusive a qualidade do som. O entrosamento e a diferença de vocais entre eles, faz com que a banda seja marcante, principalmente no último álbum. Andrea, mais focado em gruturais - nunca antes vistos em nenhum trabalho da banda - surpreendeu a todos. E Cristina, que sempre foi responsável por agudos e diversos gritos, ficou encarregada das partes mais limpas das músicas, inovando o som do Lacuna Coil, como sempre.

Há uma curiosidade a se falar, quem acompanha a banda há muito tempo, sabe que a Scabbia nem sempre cantou tão bem como ultimamente. No começo da carreira, até o terceiro, quarto disco, era comum para ela perder a potência vocálica nas primeiras músicas dos shows. Não sei o que fizeram, mas Scabbia desde a primeira vez aqui no brasil, em 2013, já apresentava significativas melhoras, não perdendo a voz e aguentando bem as partes acústicas do show. A mudança já podia ser percebida em 2010, mas ver ao vivo, foi um fator decisivo para continuar acompanhando a carreira deles. 

Fenômeno global do metal
Ao longo da carreira da banda, Lacuna Coil pode ser considerado um fenômeno e porque não, um grande hitmaker: "Senzafine", "Our Truth", "Heaven’s a Lie", "Spellbound", "I Won't Tell You", "I Like It", "Swamped", "Fragile", "Trip the Darkness", "To the Edge", "Kill the Light", "Fragments of Faith", "Enjoy the Silence" (Depeche Mode cover), "Losing My Religion" (R.E.M cover), "Nothing Stands In Our Way", "Zombies" e "Die & Rise", sem mencionar as excelentes músicas presente no último lançamento, como "The House Of Shame", "Downfall", "Take Me Home", entre outras.

Novo começo para a banda
Após as diversas mudanças entre os integrantes, Delirium apresenta um novo começo para Cristina, Andrea e Zelati - integrantes originais - e Ryan e Daniel - novos integrantes.
A novidade dos disco, além da sonoridade mais pesada e sombria, conta com a participação crucial do baixista, Marco Coti Zelati, principal compositor do álbum; ele quis quebrar a barreira do clichê que rondava a banda, uma vez que a maioria das composições era de Andrea e Cristina.

Para Cristina, esse álbum é diferente de todos os anteriores, porque, por mais que os outros álbuns tivessem uma ideia geral, as faixas não estavam ligadas. Em Delirium, dá para perceber uma continuação, uma vez que as letras descrevem onde você está, e você sabe o que está acontecendo. É como se, agora, a banda possuísse um pacote completo, porque tudo faz sentido e tudo está ligado.

Ingressos acessíveis
Para quem vai assistir o show em SP, os ingressos variam entre  R$ 130,00 e R$ 400,00, contando com meia-entrada e setores de pista comum e camarote.
E você já pode adquirir o seu aqui

Motivo extra: música natalina
A banda, no começo de dezembro, para comemorar o clima natalino que cerca o mundo neste mês, lançou a música Naughty Christmas.

Mantendo estilo pesado e sombrio, a música conta uma história de natal, onde o monstro anti-noel, Krampus, vai punir todas as crianças que foram malvadas durante o ano. 



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