Elio Sant'Anna Elio Sant'Anna Author
Title: 10 melhores shows nacionais de 2016
Author: Elio Sant'Anna
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Mais um ano está acabando e nele vimos muitos mais shows com relação a 2015. Com 119 shows assistidos nesse ano, separar 10 nacionais deles ...
Mais um ano está acabando e nele vimos muitos mais shows com relação a 2015. Com 119 shows assistidos nesse ano, separar 10 nacionais deles já foi muito difícil, algo que ficou pior quando a missão foi ordenar esses shows.

Confira mini-resenha de cada um dos 10 shows nacionais:


1 - Medulla - Festival Avalanche


MEDULLA - FESTA AVALANCHE

Com o primeiro disco completo sendo lançado nesse ano, Medulla fez parte do festival Avalanche, trazendo para o palco músicas do disco Deus E O Átomo, além de participações.

Tendo uma enorme presença de palco, os irmãos Keops & Roany literalmente levantam o público, que canta cada uma das músicas de ponta a ponta, como se tivesse sido feitas há muitos anos.


Falando no público, o destaque maior de sua parte ficou na música Abraço, que mesmo sendo nova, já está na ponta da língua da galera. Tendo participação de Martin, que toca guitarra no disco, o público fez um abraçaço que tirou uma satisfação vista nos rostos dos irmãos Andrade.


Resenha completa aqui.

2 - Lenine - SESC Vila Mariana


Num show esgotado, acompanhamos Lenine no SESC Vila Mariana, fazendo turnê do disco Carbono (que está na nossa lista de discos lançados ano passado).

Com classe, voz e estilo musical inconfundível e apaixonável, Lenine traz para os palcos uma formação mais "acústica", tendo três guitarras (com solos revezados entre um deles e o filho de Lenine), baixo (onde o filho de Lenine também toca e alterna com o teclado) e bateria.


Tendo uma voz cativante, muitas vezes Lenine deixava os instrumentos de lado para interpretar as músicas, com gestos, coreografias e também interagia com um público participativo.


Resenha completa aqui.


3 - Vanguart - Acoustic Night


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Pelo último show do ano, a Vanguart (leia entrevista aqui) trouxe uma versão reduzida da banda e um cenário inspirado no DVD Muito Mais Que O Amor, fazendo um show acústico no palco do Estúdio Pinheiros.

Além dos violões, tivemos instrumentos como  violino, clarinete, trompete, piano, gaita e uma boa mescla entre músicas antigas, que não eram mais tocadas, hits e faixas que devem estar presentes no próximo disco da banda. Somado as músicas autorais, tivemos uma versão acapella de All My Loving.





Resenha completa aqui.

4 - Bidê ou Balde - Centro Cultural Rio Verde


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Atração da nossa próxima entrevista mensal, esse ano a Bidê ou Balde se apresentou na Vila Madalena, lançando o disco Gilgongo, pelo selo da HBB.

Com a banda toda vestida de doutores e um desenho de sinais de rádio, pegando a ideia da Rádio Ducher, que faz parte do conceito de Gilgongo.


Já passando por diversos hits, a primeira parte do show teve músicas como Microondas, Lucinha e O Que Acontece no Escuro, todas cantadas de ponta a ponta e dançadas pelo público, que interagia diversas com a banda e vice-versa.


Também cantando músicas como Melissa, Buddy Holly e Mesmo Que Mude, o show ainda teve uma versão de Hoje (Camisa de Vênus) regada a muito instrumental por parte de uma das guitarras, baixo, bateria e o público que batia palma no ritmo da música.


Resenha completa aqui.


5 - Capital Inicial - Rolling Stone Festival


Rolling Stone Festival

Podem falar o que for, mas um show repleto de hits, unido a simpatia/presença de palco de Dinho Ouro Preto e todas homenagens que acontecem no palco, só pode ser muito bom.

Com 17 músicas, Dinho canta hit atrás de hit, numa trinca de Depois da Meia Noite/Mais/Respirar Você. Logo em seguida também veio outra sequência, mas de músicas novas: Melhor Que Ontem/versão remodelada de Olhos Vermelhos.


O show não passa só pelas músicas da banda, mas também faz tributo ao Charlie Brown Jr,com Thiago Castanho cantando Proibida Pra Mim (e Dinho em Me Encontra) e para a Legião Urbana, em músicas como Que País É Esse e Por Enquanto (Dedicada ao Chapecoense), além de Fátima/Veraneio Vascaína, do Aborto Elétrico.

Resenha do show e festival aqui.


6 - Tihuana - Ilegal 16 anos



Em Maio o Tihuana (leia entrevista c/Egypcio aqui) voltou aos palcos para uma turnê comemorativa de um clássico disco da banda e que rendeu metade dele tocado nas rádios.

Tocado na íntegra, o disco trouxe muitas músicas que não eram tocadas há tempos, além de participações especiais, como Baía em Tropa de Elite.


Depois do repertório do disco ser tocado, a banda passou por músicas de outros discos e covers, como em Garota de Berlim (com Supla) e Charlie Brown Jr. (com Digão, D'Naipes).


Além de tudo isso, foi anunciado que estavam filmando e captando o áudio de Que Vês, que será lançado como videoclipe em breve. Com isso, para a melhor performance possível, tanto da banda, quanto do público, ela foi cantada ao vivo duas vezes.

Resenha completa aqui.

7 - Forgotten Boys - Festival Invasão True Rock

Forgotten Boys
Foto:@Licciardifotografia
Principal atração do festival que aconteceu no Superloft, o Forgotten Boys (leia entrevista exclusiva aqui) fez um show que marcou a volta de Chuck, agora comandando a bateria. Logo no começo, já se surpreendíamos com a pegada forte e intensa (a ponto de quebrar a bateria e deixar sangue na baqueta) de Chuck, algo que eu não lembro de ter visto nesses anos que o acompanho pelo Vespas Mandarinas ou pelos seus trabalhos no YouTube e Facebook.

Num clima de "nostalgia" por parte do público, que estava animado e ansioso em ver a banda ao vivo, ela evoluiu com o passar dos tempos e a banda se mostra estar mais "afiada" e sintonizada do que nunca, nas mesclas entre guitarra, solos de guitarra e até mesmo o teclado que acompanhava todo o trio de cordas mais a tradicional bateria.



Resenha completa aqui

8 - Esteban - Feeling Pro Rock 2

Também no Feeling Pro Rock 2, Esteban (assista entrevista aqui) levou para o Espaço Victory um dos poucos shows com banda completa e, junto, levou uma multidão de fanáticos, que ecoavam todas as letras e deixaram arrepiados até mesmo quem não gosta ou não conhecia o trabalho solo do ex-baixista da Fresno.

Músicas de amor, de relações e baladas: Tudo isso colaborava para um clima bom de dança, entre casais, amigos e fizesse com que o show mais relaxante da noite também fosse o com a maior "conexão público-artista" do festival continuou quando voltou ao mais recente disco.

Resenha completa aqui.



9 - Selvagens À Procura de Lei - Feeling Pro Rock 2

Selvagens À Procura de Lei

Primeira atração dentre as principais, os meninos de Fortaleza, mostraram, num show curto, porque são Selvagens. Apresentaram grandes hits como Mucambo Cafundó, Massarrara e músicas do álbum novo (Praieiro, lançado este ano), que recebeu críticas positivas e negativas de seus fãs, por conta da nova sonoridade.

O setlist foi: 
  1. Brasileiro
  2. Sangue Bom
  3. Massarrara
  4. 2 de Fevereiro
  5. Mar Fechado
  6. O Amor É Um Rock 2
  7. Despedida
  8. Tarde Livre
  9. Mucambo Cafundó

Resenha completa aqui e entrevista aqui.

10 - Zimbra - Lançamento do disco Azul (Estúdio Pinheiros)


Do lado de diversas participações especiais, Zimbra lançou o disco Azul em São Paulo e trouxe para os palcos nomes como Keops & Raony (Medulla), Jajá Cardoso (Vivendo do Ócio), Então Você (Gabriel, Selvagens À Procura de Lei), Cronograma (Tay Galega) e Viva (Pedro Toledo e Leo Ramos, Supercombo).

Logo no começo, já tivemos um coro que era feito pelo público, em pessoas sozinhas, com amigos ou em casais, algo que seguiu por diversas músicas do show. Entre as músicas, a banda conversava diversas vezes com o público, falando da loja de merchan da banda, fazendo piadinhas pedindo para comprarem a ajudar eles a voltar pra Santos, ou pedindo para o guitarrista conversar enquanto o vocal dava um gole de água, etc.


A banda ainda pedia para a galera cantar junto uma música, fazendo a piada de "mostrarem para a mãe/avó que são famosos" com a galera toda cantando, mas a bela sintonia entre a banda e o público fazia com que nem fosse necessário pedir para eles cantarem, já que isso aconteceu simplesmente no show inteiro e com certeza iria permanecer assim até se não tivesse um vocalista.

Resenha completa aqui.

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